E cá estamos nós, em mais uma tentativa de escrever um blog que, provavelmente, revelar-se-á frustrada ao cabo de curto espaço de tempo. Antes de mais nada gostaria de agradecer ao meu amigo Azulão (archegui.wordpress.com) e à minha gostosinha, bonitinha, fofolete AND nanica namorada Paulinha (ela tem blog, mas eu não sei qual é) por influenciarem a minha decisão de começar esta bodega.
Como vocês devem ter percebido, o template do meu blog possui uma mocinha descolada junto ao título. Explico. Difícil tarefa é escolher um template nesses serviços gratuitos de blogagem (um mais ridículo que o outro); tal fato, somado à minha falta de paciência para esperar o carregamento de todos os thumbnails de opções e à evidência clara de esta menina aí do lado não passar de uma puta, levaram-me a escolher esta cara para minhas postagens. Você que pense o que quiser. A princípio você nem deveria estar lendo isso. Te chamei aqui, por acaso? Então, por favor, queira foder-se.
Talvez agora você esteja se perguntando: “mas por que diabos arquiteto revoltado?”. Explico. O que mais poderia ser um pobre rapaz que se vê obrigado a suportar professores picaretas, amigos descolados (bem como a mocinha aí do lado), aulas fúteis, salas fedorentas, cadernetas de campo de projeto e outras coisinhas para, no fim de tudo, ganhar um salário de merda, trabalhar feito um burro e ser tachado de boiola pela sociedade? Não que não haja aqueles que ganham muito, trabalham pouco e realmente são chegados a uma massagem no esfíncter. Mas o fato é que eu uso Sketchup. E o Sketchup foi adquirido pelo Deus Google e não importa mais arquivos do AutoCAD como deveria. O que isso tem a ver com o que eu estava escrevendo antes? Nada, é claro. Mas eu não disse que o que eu escreveria aqui faria sentido. São apenas desabafos e servem também para evitar que eu acesse sites de conteúdo pornoeroticosadomasopseudozoófilo nessa grande mãe de todos nós que é a Internet.
Quer saber? Cansei.
Barril é ídolo!
AWAY!!!
* ao som de madredeus – as ilhas dos açores